as if!
Tenho tido tanta dificuldade em me vestir ultimamente que ando repetindo o mesmo look diversas vezes. Esse, por exemplo, já usei numas três ocasiões diferentes no último mês, até cansei de olhar pra cara dele já hehehe

Essa combinação de suéter + saia de pregas + meia calça me lembrou automaticamente de Cher e Dionne no maravilhoso “As Patricinhas de Beverly Hills”. Claro que numa versão atualizada pros anos 2010, né: suéter metalizado largão, estampa de “onça” de coraçõezinhos e uma bota meio doidona… Só faltou o arco/tiara (ou, no caso de 2013, uma headband)!


Suéter Farm ♥ Saia Luigi Bertolli ♥ Bolsa Mereço
Colares Mercado (pássaros) e Galerie (triângulo ♥ Botas Animale (presente da amiga-irmã linda, te amo Jô!)

Mais alguém ficou com saudades desse filme clássico de 1995 (DEZOITO ANOS ATRÁS!!!)? Curtam comigo o trailer:
o curta que eu gostaria de ter feito
Outro dia na aula a professora passou esse comercial do Johnnie Walker, estrelando o incrível Robert Carlyle (o Mr. Gold de Once Upon a Time!), e fiquei encantada. Impressionante o talento de Carlyle, a impecável produção e fotografia belíssima. Depois que assisti, só consigo pensar em como fazer algo tão bem feito numa duração tão curta. Será que um dia chego lá? Hahaha
O vídeo é antigo, então vocês já podem ter visto. Quem não viu, assista, por favor:
Dá pra ver claramente de onde nossa Nextel tirou sua “inspiração” (pra não dizer cópia), né?!
Eu sempre via no Tumblr frases e fotos do seriado inglês Sherlock (criado em 2010 e exibido originalmente pela BBC), mas nunca tinha prestado muita atenção nem criado curiosidade suficiente para assistir. Até que, num dia de tédio, resolvi experimentar pelo Netflix.
Logo de cara, a série já impressiona: dotados de uma estética bem particular, os episódios contém as legendas mais bem pensadas que já vi, além de terem 90 minutos de duração – algo bem inusitado para o formato com o qual estamos acostumados. Outra inovação é que Holmes e seu fiel companheiro Watson vivem na Londres dos anos 2010, e os casos criados por Sir Arthur Conan Doyle são adaptados para o mundo contemporâneo.
A duração de uma hora e meia faz com que cada episódio seja um filme, com muitos detalhes em cada caso e uma cinematografia de babar, tudo muito bem pensado. Creio que justamente pelo imenso trabalho para criar cada capítulo da história, cada temporada tem só três episódios, o que me dá uma agonia sem tamanho esperando pela próxima (a terceira, que estreia na Inglaterra apenas em setembro).

Não dá pra falar de Sherlock sem citar seus dois pilares: Benedict Cumberbatch (que já disputa lugar no meu coração televisivo com Michael C. Hall, Hugh Laurie & Bryan Cranston), o personagem-título; e Martin Freeman (que faz o Bilbo em O Hobbit e Arthur no engraçadíssimo O Guia do Mochileiro das Galáxias), o Watson. Os dois são perfeitos em seus papeis: Cumberbatch como o distante, sempre entediado, arrogante e genial detetive e Freeman como o desconfiado e leal médico. Os dois são a essência da série, que também conta com alguns coadjuvantes interessantes: Mycroft, irmão de Holmes (interpretado por Mark Gatiss; o Inspetor Lestrade (Rupert Graves) e o arquiinimigo do protagonista, Professor Moriarty (Andrew Scott).
Recomendo para todos que queiram sonhar acordados com Londres, e, além disso, presenciar um magnífico trabalho cinematográfico. Quem está ansioso pela próxima temporada, como eu, pode matar as saudades do sr. Cumberbatch em Além da Escuridão – Star Trek, que chega no Brasil em junho. Aliás, o filme também tem os lindos Chris Pine e Zachary Quinto, já vale o ingresso, né?!










